sexta-feira, 29 de agosto de 2025

PAI NOSSO DA CIÊNCIA

  O DEUS Onipresente espalha por todo Coração um Saber que o ser humano pode entender na vivência da simplicidade.


PAI NOSSO DA CIÊNCIA

10 Cavalgava um querubim e voou; sim, levado velozmente nas asas do vento.

11 Das trevas fez um manto em que se ocultou; escuridade de águas e espessas nuvens dos céus eram o seu pavilhão.

12 Do resplendor que diante dele havia, as densas nuvens se desfizeram em granizo e brasas chamejantes.

Livro dos Salmos, cap. 18:10 a 12.



Davi.

Rei, pastor, filósofo, escritor, juiz, músico, compositor e profeta de DEUS.


Pai Nosso que estás

Nos céus da Ciência

Observando a experiência

Feita pelo homem,

Onde muitos se consomem

Em busca do desconhecido

Que está escondido

Dentro dele mesmo.


“Talvez o tempo te ponha na sua escola, pois não terás melhor professor que ele.”


Abu Shakur (915 d. C.).

Poeta persa.


Pai Nosso que estás neste céu

Descerrando o véu

Para o cientista se conhecer

E não mais se envolver

Nos laços do mistério,

Este terrível império

Que tem que se desmoronar

Para dar lugar

À Verdade Científica.


Pai Nosso,

Ó Cientista Divino

Que cantas o Hino

Da Ciência Individual,

Reeducando afinal

No Amor Universal,

Única Ciência

Que não precisa de experiência

Para se definir,

Pois tem enfim

Que ser vivido

Por todo Espírito,

Filho do Infinito,

Que dá o seu grito

De verdadeira ascensão.


BÍBLIA SAGRADA.


“Torna-se culpado quem não se esforçar para aprender direito a Palavra de DEUS.”

Graal de Abd-Ru-Shin (1875-1941).

Escritor alemão.


Pai Nosso,

REI e DEUS Vosso

Ó Seres criados,

Com os devidos cuidados

De filhos do Seu Coração,

Que agiganta a imensidão

Para a Reeducação Geral.


Pai Nosso,

Ó Sidérea Onipotência,

Iluminai toda Consciência

No Laboratório da Vossa Inteligência

Que jamais se finda,

Por estar ainda

Nas primevas eras

Da existência da Vossa Criação.


Pai Nosso,

Ó CRIADOR INCRIADO,

Muito Obrigado

Pelo SENHOR Existir

E jamais ter um fim.


“A reencarnação é uma questão de justiça.”

Allan Kardec (1804 - 1869).

Bacharel em Cências e Letras, codificador do Espiritismo, educador, escritor e tradutor francês.

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